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O uso prolongado de estimulantes pode causar danos irreversíveis!

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Quando usamos estimulantes ou cristais, tendemos a mover o corpo mais rápido e cruzar a linha, pois eles criam uma falsa sensação de euforia e energia. Quando atingem o ponto de clara dependência química, necessitam de uma clínica para a dependência química.

Assim, após experimentar os efeitos da droga, o usuário experimenta um “bode” física e mentalmente cansativo. O uso continuado da droga leva a uma perda de apetite, permitindo ao usuário experimentar uma perda de peso extrema.

Os efeitos negativos também podem incluir distúrbios do sono, hiperatividade, náusea, perda de altura, aumento da agressão e irritabilidade.

Outros efeitos possíveis incluem insônia, desorientação mental, alucinações, ansiedade e paranoia. Em alguns casos, pode causar convulsões e morte. Danos permanentes.

O uso prolongado de estimulantes pode causar danos irreversíveis: aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial, danos aos vasos sanguíneos do cérebro, que podem levar a acidente vascular cerebral e batimentos cardíacos irregulares, colapso cardiovascular e morte.

Os usuários podem sofrer danos cerebrais, incluindo memória fraca e incapacidade de entender pensamentos abstratos. Aqueles que se recuperam geralmente têm memória fraca ou mudanças de humor extremas.

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Conheça os malefícios do álcool em seu corpo…

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O alcoolismo é considerado uma doença pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O consumo prolongado e descontrolado de bebidas alcoólicas pode perturbar seriamente o funcionamento normal do organismo, o que leva a consequências irreversíveis. E o que muitos não sabem é que o alcoolismo pode sim causar dependência, precisando de uma clínica de reabilitação para alcoolatras.

Os alcoólicos representam não só para si próprios, mas também para a sua família, amigos e colegas de trabalho. O alcoolismo não é acompanhado pelo desejo incontrolado de beber, pela falta de controle ou pelo vício físico.

E mesmo assim, há menos hipóteses de alcoolismo (para sentir os mesmos efeitos que antes, é necessário aumentar a quantidade de álcool). Todos nós conhecemos a palavra alcoolismo. Contudo, poucas pessoas entendem o que isso significa.

O alcoolismo, também conhecido como “síndrome do alcoolismo”, é uma condição que ocorre após o consumo repetido de álcool e geralmente causa os seguintes sintomas (que não são necessariamente normais) Transtorno obsessivo-compulsivo: um forte ou descontrolado desejo de beber álcool.

A bebida é difícil de controlar. Gerando uma dependência do álcool.  Uma pessoa começa a beber e depois não consegue parar. Sintomas de abstinência como náusea, suor, tremor e ansiedade. Tolerância: Uma dose maior de álcool é necessária para obter o mesmo efeito que uma dose menor da substância mais cedo, ou para obter um efeito restaurador com a mesma dose da substância.

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Conheça as síndromes relacionadas às substâncias psicoativas.

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Hoje vamos dar continuidade ao tema sobre as síndromes relacionadas às substâncias psicoativas, e o assunto de hoje vai ser sobre a síndrome de dependência alcoólica. O Álcool é tão antigo quanto a humanidade. Desde os primórdios desta, já se faz o uso uso desse tipo de substância, no entanto ele veio tomar uma proporção epidêmica partir dos últimos séculos segundo dados da OMS, dados bem mais recentes né!

Em 2018 mais de 3 milhões de pessoas morreram em decorrência do uso abusivo do álcool ou seja, de cada 20 mortes uma foi por conta do uso exagerado deste tipo de substâncias e 3/4 dessas vítimas são do sexo masculino então é necessário tomar cuidado você que gosta de mostrar aos coleguinhas que bebem mais do que os outros né. Enfim!

Quando se fala dessa questão da tolerância ela é algo completamente subjetiva de pessoa para pessoa então por conta disso como é muito subjetivo ele é considerado muito mais pela potencialidade qualitativa do que essa questão quantitativa.

O álcool quando ele se torna algo que causa dependência, vai causar prejuízos enormes. Tanto em nossa saúde mental quanto em nossa saúde física, familiar e até mesmo profissional. Mas então o que seria síndrome de dependência alcoólica? Podemos classifica-la então como um estado físico e psicológico em decorrência do uso repetitivo desse tipo de substância incluindo as compulsões, mesmo que de forma periódica ou constante vai haver aí uma perda de controle

E isso é muito complicado até porque para que uma pessoa possa ter a ajuda necessária é importante que ela saiba o que vem acontecendo com ela para que ela possa se beneficiar de uma ajuda psicológica ou farmacológica ou até mesmo de um grupo de apoio. Uma vez que analisamos esses aspectos percebemos então que esse sujeito perde a liberdade de escolher entre beber e não beber uma vez que já sabemos que não haverá um controle diante dessa escolha. Então como fazemos então para diagnosticar fechar essa questão se uma pessoa de fato sofre com a síndrome da dependência alcoólica ou não?

Pra isso é necessário contatar uma clínica de reabilitação para alcoólicos, para que juntos possamos tratar de seus vícios e manias. Em nossa clínica de tratamento para dependentes do álcool você encontra uma nova vida, e sairá de lá com uma nova visão e um novo olhar para a vida! Contamos com profissionais extremamente qualificados, e disponibilidade 24 horas todos os dias especialmente para você!

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A dependência química de drogas…

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Além disso, ela é extraída de uma planta originária da América do Sul conhecida como coca.

A quantidade média ingerida também é variável. E quais são as formas mais comuns de ingestão? As formas mais comuns de ingestão são através da via nasal ou de uma forma injetável. Quais são os efeitos causados no organismo a curto prazo quando o indivíduo consumir uma quantidade média? Bem, a primeira coisa é ter uma sensação de autoconfiança, além do vigor intenso. Essa sensação pode durar em torno de quatro horas. Quais são os efeitos causados a curto prazo quando ingerida uma quantidade muito alta? O indivíduo pode apresentar uma sensação de irritabilidade, além de depressão e psicose.

Existe o risco de dependência psicológica? Sim, um risco muito alto, além de também causar dependência física. A cocaína não produz uma tolerância tão alta, mas se o consumo for feito repetidas vezes, pode haver a sensação de diminuição da capacidade de sentir prazer, que é justamente a sensação causada pelo uso da cocaína. Com essa diminuição, os indivíduos acabam aumentando a dose para ter um pouco mais daquela sensação e, com isso, teremos o efeito da tolerância. Quais são os efeitos causados a longo prazo? Inicialmente, temos os danos ao septo nasal e aos vasos sanguíneos, além da psicose. Existe uma utilização médica para a cocaína? Sim, ela pode ser utilizada como anestésico local.

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Saiba um pouco mais sobre o que é Dependência química!

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) define a segunda edição da Classificação Internacional de Doenças (CID-10) como um conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que se desenvolvem após o uso repetido de uma determinada substância. A dependência química pode estar relacionada a uma substância psicoactiva específica (por exemplo, tabaco, álcool ou cocaína), a uma categoria de substâncias psicoactivas (por exemplo, opiáceos) ou a uma gama mais vasta de substâncias farmacologicamente diferentes. Porém não é difícil de se tratar, basta procurar uma clínica de reabilitação para dependentes químicos.

Causas

A dependência química é uma doença crônica e multifatorial, o que significa que vários fatores contribuem para o seu desenvolvimento, incluindo a quantidade e freqüência do uso da substância, o estado de saúde do indivíduo e fatores genéticos, psicossociais e ambientais.
Muitos estudos tentam identificar as características que predispõem um indivíduo a um maior risco de desenvolver abuso ou dependência química. Em relação ao álcool, por exemplo, estima-se que fatores genéticos explicam cerca de 50% das vulnerabilidades que levam uma pessoa a consumir álcool em excesso, principalmente os genes envolvidos no metabolismo do álcool e/ou sensibilidade aos efeitos da substância, e os filhos de alcoólatras têm quatro vezes mais probabilidade de desenvolver alcoolismo, mesmo que sejam criados por não alcoólatras. Além disso, certos fatores e aspectos do consumo de álcool tornam as mulheres, jovens e idosas, mais vulneráveis aos efeitos das bebidas alcoólicas, colocando-as em maior risco de desenvolver problemas.
Fatores de Risco
Certas características ou situações podem aumentar ou diminuir a probabilidade de ocorrência ou agravamento de problemas com álcool e outras drogas. Estas situações são conhecidas como fatores de risco e proteção.

Entretanto, os fatores de risco não são necessariamente os mesmos para todos os indivíduos e podem variar dependendo da personalidade, estágio de desenvolvimento e ambiente. Eles incluem, mas não estão limitados ao seguinte

Fatores de risco: genética, distúrbios psiquiátricos (por exemplo, distúrbios comportamentais), falta de supervisão dos pais, disponibilidade de álcool
Fatores protetores: religião, controle da impulsividade, supervisão dos pais, bom desempenho escolar, política de drogas.
Alguns dos sintomas de dependência química são:

Desejo incontrolável de usar a substância
Perda de controle (não pode parar após o início)
Aumento da tolerância (necessidade de doses mais elevadas para alcançar o mesmo efeito que foi alcançado com doses anteriores mais baixas, ou progressivamente menos efeito com a mesma dose da substância)

Sintomas de abstinência:

Transpiração
Tremores
ansiedade quando a pessoa está sob a influência
Diagnóstico e testes
Procure ajuda médica

É importante que a pessoa com dependência química procure ajuda de profissionais de saúde quando surgem situações em que a substância tem um impacto negativo na saúde física e/ou funções rotineiras, acadêmicas e/ou profissionais, e relacionamentos pessoais.

Diagnóstico de Dependência Química

Os critérios do “Handbook of Statistics and Mental Disorders” (4ª edição; DSM-IV) da Associação Psiquiátrica Americana e a “International Classification of Diseases” (10ª edição; ICD-10) da Organização Mundial da Saúde (OMS) são os critérios mais amplamente utilizados para o diagnóstico de distúrbios de uso de substâncias.

Vários questionários auto-preenchidos (por exemplo, ASSIST, CAGE, AUDIT) e testes de sangue também têm sido utilizados para este fim num ambiente clínico, mas não podem ser considerados como substitutos para uma entrevista clínica cuidadosa. Existem também alguns testes (biomarcadores) que são indicadores fisiológicos de exposição ou uso de drogas que podem ajudar no diagnóstico e tratamento.

No caso do álcool, por exemplo, pode mencionar-se alanina-aminotransferase (ALT), volume corpuscular médio (MCV) e gama-glutamiltransferase (GGT). Também é importante realizar um exame físico e procurar sinais e sintomas que possam ajudar a identificar o problema, tais como sintomas de abstinência, hipertensão leve e flutuante, infecções repetidas, arritmias cardíacas inexplicáveis, cirrose, hepatite sem causa definida, pancreatite, etc.

Quando o paciente é diagnosticado, é importante que, além do tratamento da dependência química, seja realizado um acompanhamento clínico para garantir a melhoria geral do estado de saúde do paciente.